Toda terça-feira através da TV Cultura (canal 2) passa um programa chamado "Samba na Gamboa" produzido pela TV Brasil e conduzido pelo sambista Diogo Nogueira, símbolo da nova geração. Trabalhando como apresentador pela primeira vez, Diogo entrevista convidados em uma noite regada de muita samba, cantando músicas do seu próprio repertório, lançamentos e clássicos. O programa procura contar um pouco da história, das memórias e casos do nosso estilo mais popular, o samba.
Na sua primeira temporada, o programa contou com 26 episódios. E já se encontra em sua segunda temporada, onde ontem (terça-feira, 11/05 às 23h) foi exibido o segundo programa onde Diogo Nogueira recebeu o Rei dos Bailes, Bebeto, e o Menino do Rio, Rogê, para mostrar todo o suingue do estilo Sambalanço.
Bebeto vivenciou o samba-rock da década de 70. Durante a entrevista com Diogo Nogueira, falou sobre seus 42 anos de carreira, sua trajetória nas boates e bares, sobre as dificuldades do início e confessou suas referências musicais. “Eu era roqueiro, apesar da criação sertaneja, sempre tive banda de rock. Eu não falava inglês, mas era louco com aquele groove, com aquela levada”.
Bebeto passou por privações e discriminação, disse ter sofrido muito preconceito, e que só chegou onde está porque o público o levou. Se emociona com o resgate do Sambalanço e sua nova geração. “De repente, eu vejo uma moçada nova como o Rogê, que sempre me ouviu; David Moraes andando com meus discos debaixo do braço”, conta com cara de abismado. Rogê, que começou na música aos 15 anos, fazia shows para amigos, em boates da zona sul do Rio de Janeiro, onde foi criado. Também sofreu preconceito por ser considerado um “playboy” em meio à malandragem do samba. “Isso já me incomodou muito. Mas, tem como você quebrar. A gente quebra isso tentando ser feliz”, afirma.
Bebeto passou por privações e discriminação, disse ter sofrido muito preconceito, e que só chegou onde está porque o público o levou. Se emociona com o resgate do Sambalanço e sua nova geração. “De repente, eu vejo uma moçada nova como o Rogê, que sempre me ouviu; David Moraes andando com meus discos debaixo do braço”, conta com cara de abismado. Rogê, que começou na música aos 15 anos, fazia shows para amigos, em boates da zona sul do Rio de Janeiro, onde foi criado. Também sofreu preconceito por ser considerado um “playboy” em meio à malandragem do samba. “Isso já me incomodou muito. Mas, tem como você quebrar. A gente quebra isso tentando ser feliz”, afirma.
Assume toda a influência que Bebeto - o 'Professor', como Rogê o apelidou - teve em sua formação musical, mas confessa que gosta de passear pelos gêneros e que não se atém somente ao samba. “Eu falo sobre vários assuntos, porque não posso tocar vários gêneros musicais?”, questiona. Parceiro de grandes sambistas, seu mais recente projeto conta com a participação constante de Arlindo Cruz. Já são mais de 15 músicas compostas pela dupla. “É um cruzado para o resto da vida. Você não consegue fazer parceria com qualquer pessoa. É uma questão de afinidade”, diz.
Já sabem! Não percam, toda terça-feira na TV Cultura - Canal 2, o programa "Samba na Gamboa", com Diogo Nogueira e convidados. Abraços a todos.


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